- É mesmo, e ainda por cima é corno!
- É mesmo ? E enda traindo a mulher, como pode ?
- É por isso que o filho é drogado, traficante. Quase.
Ano
Mês, Mês, Mês, Mês
Mês, Mês, Mês, Mês
Mês, Mês, Mês, Mês
Semana
Semana, Semana, Semana,
Dia
Dia, Dia, Dia, Dia, Dia, Dia,
Hora
Hora, Hora, Hora, Hora, Hora, Hora
Hora, Hora, Hora, Hora, Hora, Hora
Hora, Hora, Hora, Hora, Hora, Hora
Hora, Hora, Hora, Hora, Hora
Minuto
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
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Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Minuto, Minuto, Minuto, Minuto, Minuto,
Segundo
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo, Segundo, Segundo, Segundo, Segundo,
Segundo dizem, é assim que o tempo passa,
Que os anos e horas voam.
Assim se passa a vida,
Rápida, constante, monótona, repetitiva.
Quando abrimos os olhos,
E tentamos enxergar o que perdemos
Já é tarde e só nos resta o lamento
E o escorrer do tempo entre nossos dedos.
O que é serpente?
Deslizar sob a relva escura
Passear por entre a densa selva
Serpente é assim.
Passar alisando os galhos
Os cipós, desembaraçando
No denso negror se infiltrando
E, às vezes, em matas claras como o sol.
É assim serpente!
Na mão do dono da mata,
Esfrega-me no couro
Alinha-se a selva capilar
Para mais belo deixar.
Ser Pente é assim!
Dia quente de verão
Cerveja, sombra e o Mar.
À nossa vista, a Orla.
Longe da nossa visão
As gaivotas que voam baixo
Beirando a água
Como nossa imaginação
Que plana leve, voa
Longe da nossa realidade
Causando-nos frustração
Indignação, raiva
Rancor. Paixão
Mistério
Compaixão, Amor
Carinho. Ira
Escuridão
Caixão!